quinta-feira, 30 de abril de 2009

O que você agradeceria e o que deletaria da sua mãe?

O dia das mães está chegando e com ela aquele bando de presentes e almoços em família. Mas talvez este possa ser um momento para refletir. Sim, refletir. Que mulher nunca se pegou fazendo algo idêntico à sua mãe?

Algumas coisas são ótimas. Ficamos felizes por nossas mães terem nos passado tal ensinamento tão bem. Mas, em muitos casos, nos sentimos como se repetíssemos algo que não nos faz bem.

Mas, admitir que não queremos ser como nossa mãe em determinado aspecto pode ser mais difícil do que se pensa. Deixar de fazer algo como ELA faz pode ser muito difícil, quase uma traição. Afinal mãe é mãe e o resto..., o resto da música todos conhecem.

Eu tenho coisas que agradeço, mas odeio muitas e foi muito complicado admitir que não queria ser como ela, por exemplo, em relação a dinheiro. Minha mãe tem uma forma de lidar com dinheiro que acho absurda! E foi fácil chegar até aqui? Não!!! Mas hoje me sinto melhor lidando com dinheiro à minha maneira. Mas amo ser fominha por estudos assim como ela é. Mas odeio a forma como ela lida com o fator amor. Somos completamente diferentes nesse ponto. Mas amos sua determinação que cultivo com prazer.


Por isso, o dia das mães pode ser muito mais que almoços e presentes, pode ser um dia agradecer tudo de bom que ela te passou. Mas, como para valorizar o belo é preciso ter contato com o feio, esse agradecimento só se consegue diante da pergunta: O que você agradeceria e o que deletaria da sua mãe?

segunda-feira, 27 de abril de 2009

O que é mais difícil de superar quando se casa com um estrangeiro?

Não tomar banho, tomar banho demais, arrotar à mesa, escorrer o nariz na hora da refeição. Se um relacionamento a dois já é difícil, o que dizer de um casamento com um estrangeiro?
São costumes diferentes, educação e cultura também.
Quando se vai morar no país do marido então, pode ser um passo para o fim. Afinal, vocêr está sozinha, sem mãe nem pai.
Por amor tudo se faz. Mas quando o tempo passa e o paixão dá aquela fugidinha ouvimos comentários de arrependimento, solidão, abandono. Algumas mulheres, por se sentirem sozinhas, acabam sufocando o marido querendo atenção demais.
Em países de terceiro mundo, algumas mulheres vêem o casamento com um "gringo" como ganhar na loteria.
Eu já tive vontade de casar com um americano ou europeu. Confesso qeu me atraem. Mas me dá calafrios pensar que teria fazer uma escolha, que nossos filhos não cresceria com minha família, que eu teria que deixar de conviver com minha avó.
Coisa boas têm com certeza, mas as ruins também. Giovana Antonelli casou com um americano em uma vila na Itália e o casamento não durou três meses. Por que?
Tirando o amor, fica a pergunta: O que é mais difícil de superar quando se casa com um estrangeiro?

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Fumar é feio mesmo ou é intriga da oposição?

Era uma vez uma terra onde fumar era chique. Ter um cigarro na mão era o mesmo que mostrar maturidade e confiança.
Então, um dia, decidiu-se: fumar é feio! Causa doenças! Polui o mundo!
Mas o que aconteceu com o glamour? Por que é tão estranho olhar para Nicole Kidman ao lado e achar feia sua imagem com um cigarro nas mãos?
Um dia desses, na Turquia, fiquei apavorada ao ver os pais fumando na cara dos bebês. Depois, menos revoltada, lembrei das inúmeras vezes que minhas tias fumaram na minha cara sem pudor algum.
As pessoas sempre aguentaram fumaça de cigarro e hoje se sentem um cheirinho logo fecham a cara cheias de razão como se fossem as maiores protetoras da moral e dos bons hábitos. Aí chega em casa e se entopem de comida gordurosa fazendo o mesmo mal ao corpo.
Sou contra o cigarro, mas gostaria de saber: Fumar é feio mesmo ou é intriga da oposição?

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Ser independente emocional é muito mais do que se recusar a lavar cueca?

Alguns especialistas em relacionamento dizem que uma das maiores causas de término de namoro / casamento é quando a mulher se torna mãe do companheiro.

Você deve estar pensando: vou parar de ler, não é o meu caso, nunca! Mas recomendo continuar.

As mulheres ditas modernas dizem: vê se vou lavar cueca de homem, vê se vou cozinhar para homem, vê se vou ficar em casa sem trabalhar! E acreditam que evitando tudo isso estão livres de se tornarem as mães que suas mães foram para seus pais.
É por isso que ler liberta. Foi em um livro que tudo se revelou. Agir como mãe do companheiro é algo muito mais sutil do que as ações domésticas. Elas são o de menos.

Um exemplo? Sabe aquele olhar de desaprovação que lançamos para o companheiro quando ele fala alguma coisa, na frente dos amigos, que não nos agrada? Ele logo entende que agiu errado. Lembra quem fazia isso? Mamãe! Ou não lembra do olhar que seus pais lançavam e você já sabia que vinha problema pela frente? Mulheres maduras esperam chegar em casa e dizem o que as incomodou de maneira pontual.

E compará-lo com outros homens em um momento de raiva? Ou menos, apenas ficar enaltecendo qualidades do outro para ver se ele pega a dica no ar! Pois é, lembra da mãe que diz ao filho: Olha, que bonitinho seu amiguinho arrumando as coisas dele...

O erro começa na festa de casamento quando a mulher sai fazendo tudo como quer. Afinal, a festa é dela, mas diz que está fazendo tupo por "eles".
A partir dali ele entende que ela irá guiar, quando na verdade, este companheirismo, mesmo que ele não entenda de flores, deve começar na festa. Mostrando: estamos começando uma vida “nossa” e não apenas realizando meu sonho de casar. Por isso, mão na massa!
Passado o casório vem a decoração. Quem faz, quem faz? E por fim a escolha da empregada, quem... faz? E as ordens...? E... ok, acho que já pegaram a idéia. É a mãe que toma a frente de tudo. Mas acreditamos, errôneamente, que dando conta de aprender de obra a peripércia na cama, faz de nós multi. Na verdade, nunca fomos tão maternais.
Este livro faz algumas revelações assustadoras e me peguei fazendo “uau” em voz alta em pleno aeroporto. Já é terceira vez que leio. Afinal, se é para lançar um olhar, que seja um sexy como o da Angelina Jolie.

Então, fiquei pensando, Ser independente emocional é muito mais do que se recusar a lavar cueca?

sábado, 18 de abril de 2009

Trabalhar com o marido / namorado dá certo? Ou é um passo para o fim?

Vida a dois é complicada. Até aí, novidade alguma.
Trabalho é um campo minado. Mais um máxima batida.
Mas e quando junta-se os dois?

Relações são difíceis de serem administradas. Quem tem colega de trabalho conhece a ginástica necessária para estar em paz com todos. Quem mora com o marido / parceiro, sabe como é complicada convivência depois que a paixão dá no pé e você fica p da vida ao ver que o outro não lavou a louça, conforme combinado.
Mas aí o dia vem, cada um tem seus afazeres e a raiva fica mais amena.
Segunda-feira minha amiga disse:
- Vou largar meu emprego e trabalhar na empresa do meu sogro.
- Tem certeza...?
- Claro! Aquilo é nosso, já estou implantando mudanças. Estamos economizando, consegui fornecedores melhores!

Eu observava com calafrios.
- Além do mais, meu sogro está querendo passar o comando para meu marido e o irmão. Já está cansado. Aquilo lá é nosso.
Quando estamos empolgados, tudo é sensacional! Primeiro dia no emprego tão desejado agradecemos a oportunidade. Alguns meses depois já xingamos o chefe explorador. Primeiro ano de casamento, nuvens. Mas o tempo passa e os conflitos, naturais, aparecem.
Trabalhar com o marido não é aquela coisa casal perfeito estilo Fátima Bernardes e Willian Bonner. A lista de pontos negativos mal cabe numa folha A4 frente e verso preenchidos.

Passado o susto inicial, refleti e percebi como ela, com sua competência, poderia realmente fazer maravilhas naquela empresa. Mas, por outro lado, lembrava de como eles mal conseguem viver em paz, se vendo apenas à noite!

Coloquei tudo na balança, pesei, pensei e não consegui chegar a uma conclusão: trabalhar com o marido / namorado dá certo? Ou é um passo para o fim?

quinta-feira, 16 de abril de 2009

O que fazer no dia a dia para ser menos nocivo ao meio ambiente?

Dizem por aí que o mundo está acabando. As calotas polares estão se desprendendo, os oceanos estão avançando e cidades estão sendo devastadas por enchentes sem precedentes.

O que estão fazendo do mundo!? Que triste! Que horror! Essas indústrias gananciosas! - são as perguntas que, automaticamente, pipocam na sua cabeça e na minha.
Afinal, Bush foi o vilão não querendo assinar um acordo para reduzir a emissão de gás nocivo.
E nós... Ahh nós somos mocinhos indefesos, ora bolas! Minha vida é corrida demais!
- Diminuir dois minutos no banho? Ahh... não mexe com meu banho!
- Separar o lixo seco do molhado? Dá muito trabalho ter duas lixeiras na cozinha...
- Desligar a TV na tomada? Ahh... é muito chato ter que ligar e desligar toda hora.
- Para de lavar a calçada? E como deixar cheio de poeira!?
- E o pessoal do Greenpeace? Ah... um bando de louco!

E a pior de todas:
- Colocar o lixo na bolsa? Se eu não jogar na rua o gari não tem emprego, por isso jogo no chão!
O ser humano tem a tendência de jogar para o outro a responsabilidade de tudo de ruim que acontece. Mas a natureza não está nem aí para cada um desses argumentos. E o que assusta é saber que ela é bem mais forte que nós.
É clichê, mas uma caminhada começa com um primeiro e pequeno passo. Existe um blog chamado Movimento Naturza que vale a pena conhecer para pegar algumas dicas de como começar de forma simples.
Mas, com certeza, cada um tem uma receita para ajudar o meio ambiente. Assim, o que fazer no dia a dia para ser menos nocivo ao meio ambiente?

terça-feira, 14 de abril de 2009

Dona de casa, profissão apenas para as corajosas?

Em tempos em que uma carreira profissional é mais importante que ter um nome próprio, algumas mulheres parecem não se deixa influenciar.

Uma história me chamou a atenção. Uma bela modelo que tentava a carreira como atriz, flertava com o sucesso. Mas aos 24 anos ficou grávida. Casou. Seu marido, jogador de futebol, recebeu uma vaga proposta para jogar fora do país. Ela, com um filho de dois anos nos braços, topou a idéia, largou sua profissão e embarcou. Nenhum dos dois falava bom dia no novo idioma e foram parar em um pequena cidade da Itália.

A partir daí só bicos. Era a carreira do marido o propósito de ambos, neste momento.

Ontem estava em um consultório médico e, como achei que não iria demorar, não levei um livro. Minha previsão foi errada e acabei, felizmente, com uma CARAS na mão. Digo felizmente porque lá havia a foto e declaração da dona desta história: Suzana Werner.

Dizia que sua vida era feita de lavar louça, estudar, levar crianças para a escola. Estava feliz, tranquila e sentindo-se tão vitoriosa quanto o marido, o goleiro, Júlio César.

Na hora, me questionei se eu teria aquela coragem. Conseguiria abandonar minha vida e ser... dona de casa?
Meu pensamento continuou e tentei ser menos clichê. Pensei nas modernas donas de casa que conheço e me dei conta de como são felizes, descoladas, bem resolvidas e mais: vivem em paz. Elas não são mais alienadas, não vivem a sombra do marido, nem passam o dia descabeladas.
Elas têm agústias e dúvidas? Sim, aos montes, mas você que está lendo estas linhas agora, com uma profissão bacana e sem tempo nem para comer, também não tem as suas?
Tudo bem que dá orgulho preencher uma ficha e colocar lá: diretora comercial. Mas não vivemos de preencher fichas.
Há um medo de se achar que porque trabalhando em casa, a mulher é menos sexy e interessante ao marido. Mas e as muitas que encontram os amantes enquanto o maridão dá duro no trabalho? Mesmo assim, continuei sem uma resposta para meus pensamentos. Assim, só resta questionar: Dona de casa, profissão apenas para as corajosas?

quinta-feira, 9 de abril de 2009

QUAL O SEU DELÍRIO DE CONSUMO?

Feriado pelo frente, nada de pensar em coisas pesadas. Para quem pode, o melhor é dar um refresco e deixar a mente vazia.

Então, por que não incluir na lista de "nada a fazer" filmes como este ao lado?
Algumas pessoas não lêem este tipo de livro, nem assistem a este tipo de filmes que, denitivamente, integram a cultura do entretenimento gratuito, sem te levar a reflexão alguma. Ninguém sai uma pessoa melhor depois de assistir Brigit Jones.
Mas, em uma coisa todos nós combinamos. Sejam homens, mulheres, letrados, iletrados, gastadores ou comedidos. Todos nós temos nossos sonhos de consumo.
O meu é viajar eternamente na primeira classe, ficar em hotel cinco estrelas sempre e passar um mês em cada país do mundo! E o seu, Qual o seu delírio de consumo?

quarta-feira, 8 de abril de 2009

As pessoas mais desistem do que fracassam?

A Claudia Acourt, chamou e eu fui ver um lindo depoimento sobre abrir portas na vida, que ela fez em seu blog.

Jornadas só são bonitas de serem escritas e lidas quando levam à vitória. Quando levam ao fracasso são desinteressantes e dizer que aprendemos com os fracassados, é como dizer que preferimos andar de ônibus a andar de Ferrari.

Nós temos a tendência de só valorizar a vitória e não a jornada. Não valorizamos quem está no processo, no olho do furacão, tentando, se esfolando. Ou alguém lembra de mandar uma cartinha para a moça dessa foto? Para quem não sabe ela ainda está na jornada tentando voltar a ser atriz. Conseguiu um papel, mas já foi esquecida. Confesso que não teria sua força.

Temos várias jornadas a vencer na vida. Seja a do amor, como no caso da Carol, uma paulista que namora um rapaz do Paquistão. Seja no pessoal como a Cláudia que largou tudo e foi para Itália em busca de sua realização. Seja profissional como a maioria das pessoas que acordam tendo que exercer a difícil arte de acreditar que um dia seu trabalho será reconhecido.

A idéia da jornada é excitante, mas as mínimas vitórias confrontadas com as imensas derrotas, fazem com que, em muitos casos, a gente deixe a idéia de lado e se conforme com os caminhos mais curtos. Vem a voz e diz: Para que tentar se sei que não vai dar certo? ou Vai exigir muitas privações...

Talvez, por isso, a frase de um amigo da Cláudia seja o que tenha me chamado mais atenção em seu texto: As pessoas mais desistem do que fracassam?

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Algumas famílias são tóxicas e se afastar é a melhor solução?

Algumas pessoas despertam o pior que existe dentro de nós. Sentimos uma sensação ruim, uma energia pesada, um astral baixo.

Semana passada eu fiquei toda por conta de um problema da família do meu namorado. Nunca nos demos bem, mas este é outro assunto.

Durante a semana toda eu sentia um peso nas costas como se tivesse uma coisa ruim me perseguindo. Via uma nuvem marrom seguindo meu passos como se fosse um lixo radioativo.

Eu achava que isso era coisa da minha cabeça, mas foi tão pesado, uma energia tão ruim que passei a semana inteira olhando para meu namorado como inimigo sem saber o motivo.
Neste fim de semana todos os cinco irmãos + pai e mãe + alguns agregados, como eu, se reuniram para acertar o que seria feito do grande problema. Antes de ir, porém, dividi com meu namorado tudo de ruim que estava sentindo. Para minha surpresa ele disse que também estava se sentindo pesado.
Conversamos bastante, respiramos fundo e fomos para a tal reunião. Ele e os irmãos foram criados num sistema que eu não entendo. Um fofoca do outro, um se sente dono do outro, não há generosidade, há uma coisa muito ruim de rivalidade implícita.
Durante um período do dia, sentamos para conversar com a irmã mais velha e, mesmo falando de seus problemas em casa, ela parecia feliz no novo núcleo que convivia, bem longe dali.

Todos sentados à mesa, você percebia que não tinha liga e as pessoas queriam buscar algo que não existe mais. Ou talvez nunca tenha exisitido.

A mãe do meu namorado tem preferências explícitas. Não os estou julgando, mas meu namorado demorou muitos anos para entender que por mais que a agradasse ele nunca seria o perfeito para ela. As irmãs são em duas e a mais nova (32 anos) é o xodó. A mais velha (34 anos), pode ser Miss Universo que nunca será bonita o suficiente. Além disso, casou com um pobre e a mais nova com um viúvo 25 anos mais velho, mas rico.
Abandonei tudo o que tinha me proposto a fazer para ajudar no problema deles e disse ao meu namorado que não dava mais conta. Hoje, meu corpo parecia tão aliviado que menstruei pela segunda vez este mês e dormi um sono libertador esta tarde, coisa que nunca faço.

Nada contra eles, cada família tem seu esquema, suas regras, códigos. Mas minha mãe sempre comentou que algumas famílias não funcionam e são mais unidos quando estão separados do que juntos. Chegamos à conclusão de que é muito difícil admitir que nossa família não nos faz bem porque aprendemos que ela é a coisa mais importante da vida.
Mas, quem nunca se sentiu melhor com um amigo do que com um irmão?

Assim, após uma longa e saudável discussão, eu e meu namorado nos perguntamos: algumas famílias são tóxicas e se afastar é a melhor solução?

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Afinal, dentes foram feitos só para comer ou para conquistar pessoas?

Sabe aquele gente boa que ninguém quer sair de perto? Tenho pensado sobre quem é ele. Quem é ele?
Tem um trecho de uma oração que diz: " Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz"

Tem uma música da igreja que diz: "Dê um sorriso só, sorriso aberto, sorriso certo, cheio de amor".

Então a matemática fica: dar um sorriso aberto, faz de você um instrumento de paz que é = a ser aquela pessoa que ilumina o local quando chega e todo mundo quer estar por perto.

E a matemática funciona. Tenho uma tia que é assim. Ela reclama sorrindo. Ela preenche. E o resultado? Todos dizem: como a Matilde é maravilhosa!

Eu tenho vontade de dizer: não é nada! Ela está sempre atrasada, não cumpre prazos, combina de te encontrar, te dá bolo e nem liga para cancelar. Mas a verdade é que mesmo com todos os defeitos ela é um instrumento de paz. Ela sorri e te acolhe.

O ser humano não ri mais. Quanto custa sorrir para o pedreiro, ao entrar em uma loja, ao ver o odiado flanelinha, ao comprar uma bala, para o motorista do ônibus, para o trocador, para seu filho, para sua mãe, seus empregados, o vizinho barulhento, para o chato do seu chefe ou o cliente reclamão?

Gosto de deixar os pensamentos de mudança para a segunda-feira, mas tem dia melhor para começar a sorrir sem parar como o sábado? Começando hoje, na segunda já estamos adpatados à nova rotina e o sorriso vem naturalmente. Afinal, dentes foram feitos só para comer ou para conquistar pessoas?

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Qual será o mimo que farei por mim este ano, sem questinar o motivo?

Uma amiga me surpreendeu dizendo que está fazendo aula de crochê. A vida dela é toda corrida, ela super moderna, 26 anos, é sério? Crochê? Por que? Porque sempre tive vontade, ela respondeu.

No livro "Comer, rezar e amar" Liz Gilbert, foto ao lado, viaja por três países, mas é na Itália, que descobre a importância e, o direito que temos, de fazer algo apenas por fazer. Sem motivo, sem pensar no retorno. Por que aprender italiano? Para que? Todos e ela mesma questionam. Só para satisfazer um desejo, um capricho? Sim!
Há uns dois anos quero tocar na bateria de uma escola de samba. Bumbo. Tem também o árabe que vou adiando, afinal de que me servirá? Melhor passar o francês na frente.
E assim, vamos adiando aqueles desejos que podem não servir de nada para a vida prática, mas que quando realizamos dá uma felicidade no coração que ele parece que vai explodir.

Para as mulheres com filhos a coisa é mais complicada, porque tem o marido, ou a falta dele, as obrigações e por aí vai. Só as coisas práticas é que entram no cardápio. Mas aqueles desejos que parecem bobos e sem serventia, estão lá... Só esperando a oportunidade de serem atendidos e fazerem nosso coração sorrir.

Andei pensando de onde vêem estes desejos. E descobri que isso não importa. O que importa é definir: Qual será o mimo que farei por mim este ano, sem questinar o motivo?