sexta-feira, 29 de maio de 2009

Por que ainda temos preconceito?

Foi um choque quando esta menina da foto lançou um livro dizendo ao mundo: sou garota de programa. E daí? fazia porque gostava de sexo e ainda ganhava. Em um país considerado fraco em número de leitores a menina que contava peripércias na cama vendeu como água.

Ter em seu currículo trinta homens na cama é normal hoje em dia. Mas uma menina que fez o mesmo, mas foi mais esperta e cobrou por isso, é criticada como se fosse um crime contra a moral e os bons costumes.

Transar sem pensar, bêbada ou por puro esporte é visto com olhos tortos, mas desconta-se na tal... modernidade. Já cobrar é promiscuidade.

Ouvi a conversa de duas meninas no salão. Deviam ter uns 30 anos e falavam com quantos tinham ficado. Uma era recém-separada e estava naquela fase: preciso lembrar que ainda estou podendo! Falta de educação, mas fiquei de orelha em pé.
A recém-seprada comentava sobre uma transa casual com um cara ontem à noite. A amiga perguntou: foi bom? Ela disse: Não lembro, estava bêbada demais. Ai abaixou o tom de voz e disse arrependida: nem lembro se usamos camisinha... Estou preocupada...
As prostituas usam... E ganham!

Parece meio frio e calculista. Não é uma campanha a favor das prostitutas, mas não entendo por que ainda há um tabu em torno delas, sendo que elas só estão fazendo um bom negócio!

Elas destroem casamentos? Convenhamos, já foi-se o tempo em que elas faziam o que as mulheres casadas não faziam na cama.

O fim de semana está aí e para algumas meninas é estopim para disparar o contador! Cinco, seis, dez no fim de semana. Beijar pode, transar pode. Cobrar não? Por que? Por isso fica a pergunta incômoda: Por que ainda temos tanto preconceito?

terça-feira, 26 de maio de 2009

Olho grande pega ou é psicológico?

Tenho uma amiga que tinha uma loja. Brigou com a sócia. Comprou a parte dela. A loja começou a ir mal. A teoria da minha amiga é que tudo começou a dar errado porque na hora de vender a ex-sócia disse: se essa loja não for minha, sua também não vai ser! Uau!

Tudo bem, palavras são forte, deixam marcas, mas os efeitos delas estão na boca de quem diz ou na cabeça de quem acredita?

Esta amiga complementou dizendo que, assim que comprou a loja, ficou grávida. Então, era entrar na loja e sentir enjôo, corria para vomitar. Ia embora da loja, nada de enjôo.

Olho grande, inveja, existe desde que o mundo é mundo, mas acreditar que uma pessoa é capaz de determinar o que vai acontecer na sua vida é no mínimo duvidoso.

Pensemos em quantas pessoas já não colocaram olho em gordo na modelo Alessandra Ambrósio? E lá está ela, linda, bela e poderosa.

Mas... como existe mais coisa entre o céu e a terra... fica dúvida: olho grande pega ou é psicológico?

domingo, 24 de maio de 2009

Estamos cada dia mais perdidos?

Há algum tempo atrás a revista Veja publicou uma reportagem falando que o jovem tem nunca teve acesso a tanta informação, opções, tecnologia, mas também nunca esteve mais perdido.

Sexta-feira, conversando com uma agente literária, falávamos sobre assuntos diversos e ela comentou sobre o filho de uma amiga, de 25 anos de idade, que está completamente perdido.

Ele diz que a vontade dele é pular de um trem em movimento. Tem uma filha pequena, era casado, mas largou tudo, sem rumo.

É como se o mundo tivesse tantas estradas que escolher é mais difícil que trilhar o caminho esburacado.

Há pouco tempo atrás, a vida era simples: nascer, crescer,casar, ter filhos e buscar a felicidade.
Com o tempo quisemos a liberdade, a festa e curtir a vida adoidado. Aí inventaram a tecnologia que cresce a pernas longas. Juntando tudo isso resultou em: falta de direção.

Muitos jovens e até homens na casa dos 40 não sabem para onde correr. As mulheres estão tomando seus espaços no mercado de trabalho, ele mal sabe que papel exercer dentro de casa, afinal, não é mais o provedor, nem o chefe, é dispensado se fizer algo errado como descartável. Ele é o que mesmo?

As mudanças são ótimas, mas precisam de um tempo para serem digeridas, neste caso, gerações. Mas não estamos tendo este tempo.

Eu mesma me sinto perdida diante de tantas possibilidades. É como se tivesse um monte de coisas nas mãos, mas por fim não tem-se nada.

É como já ouvi por aí: o mundo está cada dia mais louco e os consultórios dos psicólogos mais lotados. Um amigo disse que é como se nunca fosse conseguir acompanhar a tecnologia e não soubesse o que fazer para ser valorizado e aceito na sociedade.

Para os que não vão ao psicólogo, nem têm um espaço para conversar fica a discussão: estamos cada dia mais perdidos?

quinta-feira, 21 de maio de 2009

O diretor tem que pagar esta conta?

Segundo a Folha on line do dia 23/02/09 o filme Slumdog Millionaire arrecadou US$ 150 milhões nas bilheterias.

"Quem quer ser um milionário?" Todo mundo! Então, alguns produtores vão até uma favela na Índia e contratam alguns atores bonitinhos para fazerem um filme com um nome bem sugestivo e uma história de amolecer o coração.

Por ironia, o filme fala de uma realidade que se compara à dos próprios pobres atores mirins.
Quando os produtores apareceram na favela, provavelmente, os meninos fariam a participação por um prato de comida ou só para aparecer na tela grande. Mas ganharam seu cachê, prestaram o serviço e voltaram para suas rotinas. Expectativa de vir mais trabalho, de fazer sucesso? Natural. Mas às vezes um trabalho resulta apenas em um trabalho.

Então, começou o drama. Os meninos que fizeram o filme estavam passando necessidade e a mídia começou a forçar uma barra em cima do diretor. Produtores retratados como gananciosos que ficaram ricos às custas de criancinhas. Não poderiam dividir uns 500 mil?

Semana passada na CNN entrevistaram várias pessoas, inclusive a mãe de um dos meninos. Ela relatou que até lhes foi oferecida uma casa pelo diretor, mas ela recusou a oferta porque não era no mesmo local onde os atores de Bollywood têm casa. Indignada, disse que seu filho era uma estrela e tinha que morar no bairro das estrelas!

Uma jornalista indiana defendeu o diretor dizendo que os meninos têm pai e mãe e que foram contratados para um trabalho e não apadrinhados. O filme foi uma aposta, poderia ter sido um fracasso como muitos são.
Não é fácil ter coração e olhar para aqueles meninos sofrendo tendo suas casas derrubadas, mas trabalho é trabalho, não é pai e mãe. Mas toda regra tem sua exceção. Por isso: O diretor tem que pagar esta conta?

terça-feira, 19 de maio de 2009

Melhor ser patrão ou empregado?

Uma das coisas certas da vida é que teremos que trabalhar a maior parte dela. Esqueçamos os que herdam fortunas, não vamos falar de Athina Onassis porque senão a gente chora de raiva. Porque problemas e uma triste história todos têm, mas receber uma fortuna aos atingir a maioridade é sonho...

Por isso, para os pobres mortais que herdaram aquela poupancinha suada dos pais, uma casinha na praia, que têm que se matar com os irmãos para decidir quem vai ficar com o carro velho da herança, ou aqueles que não herdam nadinha, resta trabalhar. Mas em que e como?

Uma pessoa empreendedora, não conseguiria acordar pela manhã e fazer o mesmo trabalho por 10, 20, 30 anos. Falta o gás, a energia do desafio. Já uma pessoa que quer curtir a vida com calma, formar uma família tranqüila... talvez achasse mais bacana ter a segurança de um emprego privado ou público.

Mas a vida é cheia de desafios. Para tudo exige esforço. Seja estudar para concurso, lutar por uma vaga ou se jogar como dono de empresa.

Eu sempre achei que o melhor era ter o salário no fim do mês. Mas estou refletindo sobre o assunto. Repensando. Mas é preciso analisar metas, desejos para a vida. Todos os caminhos têm vantagens. Mas a pergunta fica: melhor ser patrão ou empregado.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Vale a pena aprender a agradecer no dia a dia ou é bobeira de auto ajuda?

Na revista Cláudia deste mês há uma matéria sobre o livro “Agradeça e seja feliz”. Tudo bem, estes livros de terapias mirabolantes, lotam o mercado e nos perguntamos se eles terão algum efeito.

De vez em quando nos pegamos dizendo ao vento: tenho uma ótima família, tenho um bom trabalho, um cabelo bonitinho e etc.

Ou reclamamos: não gosto do meu trabalho, o casamento está desmoronando, não tenho o bumbum durinho como gostaria.

Nos dois casos nos esquecemos de agradecer as pequenas dádivas diárias que recebemos. Aprendi, há um tempo atrás, a me aconchegar nas minhas cobertas em uma noite fria e agradecer: obrigada Senhor pela oportunidade de ter uma cama quentinha. Ou, obrigada por ter almoçado com minhas amigas. Obrigada por ter me trazido para casa em paz.
Foi um longo caminho, mas aprender a agradecer as coisas pequenas, mais ainda "percebê-las", é muito sutil. A correria e os problemas, grande ou pequenos, nos fazem ficar um tanto cegos.

Na revista, a dica é: Mantenha um diário de gratidão. Mas o caminho pode ser ainda mais sutil, se você reza ou não à noite, pode agradecer, em uma curta retrospectiva, pelo que se recebeu naquele dia.
Nem que seja a cama quentinha onde você está deitada e muitas crianças na rua não estão. Isso é uma dádiva, um presente, privilégio.
Uma pessoa pode passar a vida inteira sem ganhar na loteria, sem ganhar um prêmio ou se destacar na multidão, mas recebe pequenas dádivas diárias, que não consegue enxergar porque só consegue enxergar como bom o grande prêmio. E ele pode nunca chegar, infelizmente. Talvez, por isso, alguns dizem que a felicidade se faz no tal do monótono dia a dia...

Os agradecimentos podem fazer os problemas se tornarem muito menores e a vida bem mais leve. Se aprender a agradecer pelas pequeninas dádivas do dia você pode estar mais perto da felicidade. Por isso, para começar a semana, fica a pergunta: Vale a pena o esforço de aprender a agradecer no dia a dia ou é bobeira de auto ajuda?

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Cabelo curto mostra autoconfiança?

Dizem por aí que homem gosta de mulher de cabelo longo. Será?

Hoje, no salão, um cabelo estava sendo exterminado. Fios e mais fios de cabelos longos sendo cortados sem dó! Depois veio a navalha! Assustador. Quase uma cena de Hitchcock.

Cabelo curto exige coragem e identidade. Uma amiga diz que usa o cabelo curto e estruturado porque se sente mais autoconfiante. Nunca tinha pensado dessa forma.

Algumas pessoas, como eu, não têm muita opção. Confiante ou não, o rosto redondo, e os fios enrolado, só permitem o longo.
Olhando para esta foto, começoa a pensar que é preciso ser muito confiante realmente para se olhar no espelho e dar de cara com... quase nada!
Eu tenho falta de ar quando corto um dedo de cabelo, trauma. Acho que cabelo longo é feminino, dá uma certa garantia fazer uma bela escova e sair com aquele cabelão. Por isso, comecei a pensar que até pode ser que a teoria da minha amiga esteja certa... Cabelo curto mostra autoconfiança?

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Toda crítica, de início, dói?

Estava viajando com uma amiga e fomos ao shopping encontrar outra amiga dela. Almoçamos no restaurante desta amiga. Nas despedidas ela perguntou:
- O que acharam da comida?
Dissemos que estava maravilhosa.

Já longe da dona do restaurante, minha amiga disse que a salada tinha molho demais e eu comentei que meu peixe estava ruim.

Então ela disse:
- Sério?
- Sim -
respondi.
- Ah... eu fico com medo de criticar porque eu sempre acho que minhas criticas são construtivas...

Criticas construtivas nada mais são do que nossa opinião que acreditamos certa sobre determinado assunto. Mas quer saber? Elas magoam! Mesmo ditas com... cuidado.
Eu sou daquelas que bate no peito e diz: pode criticar, prefiro assim do que falando mal pelas costas. Mas aí a crítica vem e sua teoria cai!

Sou escritora e escrever é um risco. Assim como todo artista. Não há o certo, há a sua maneira. Você se expõe o tempo todo. O primeiro livro que escrevi fez tanto sucesso que eu recebia e-mails apaixonados. O segundo também. Já o terceiro nem tanto. Me perguntava se as pessoas gostaram, o que acharam? Um pânico.

Escrever um blog que literalmente é escrito a muitas mãos, as suas mãos, é uma delícia. Mas, por mais que eu fique horas pensando e repesando o que e como escrever sobre determinado assunto nem todo mundo vai entender da forma que eu gostaria que entendesse.

Um caso recente é o do post da Giovana Antonelli. Me assustei ao dar de cara com o comentário da Lia dizendo que está decepcionada com o blog. Ok! Melhor assim do que sumir e não voltar. Mas você se assusta mesmo sabendo que é impossível agradar a todos.

Logo depois veio o post da Luciana Haland dizendo que é recém-chegada e vai adicionar o blog.
O objetivo não é trazer uma verdade e sim agregarmos opiniões. E é por isso que termina com uma pergunta e não com uma conclusão.
Recebi um e-mail dizendo que fui preconceituosa com relacionamento estrangeiro. Logo eu que tenho padrasto holandês.

Dizer que ser criticada para crescer é bom, é verdade, mas não na hora... Ser criticado dói, esta é a verdade. O seu marido dizer que você tem andado muito mal cuidada magoa... Uma amiga dizer que você anda com hálito ruim dá vergonha... Mas depois que aquele susto passa, se você se der uma chance, pode sim crescer, melhorar. Mas nem todo mundo é assim, por isso fica a pergunta: Toda crítica, de início, dói?

Como saber se estamos diante de uma oportunidade única?

Luciana Gimenez. Não tem jeito. Esta mulher pode dominar vinte idiomas, ficar na dela, sair da TV que o mundo não vai esquecer a ela é a modelo que do dia para a noite conseguiu um feito: encontrar o Mick Jegger, conseguir ir com ele para a cama, conseguir que ele transasse sem camisinha e ainda estar no seu dia fértil.

Alguns dizem que é oportunismo. Mas será?

Será que ela não estava diante da maior oportunidade da vida dela? A gente sempre acha que a oportunidade vai vir com a carinha que a gente sempre sonhou. Do jeitinho que a gente quer e planeja. Mas nem sempre é assim. A oportunidade pode aparecer com uma cara meio estranha. Tão estranha que a gente nem percebe que aquela é uma oportunidade.

O que o povo fala é detalhe. Quer um exemplo? Quantas atrizes estão por aí fazendo muito sucesso, o povo ovacionando, mas mal sabem que ela só ganhou destaque depois do famoso “teste do sofá”?

É claro que todo mundo quer ser reconhecido pelo seu talento. Mas essa frase é tão piegas que chega a estar fora de moda. Não que a única saída seja engravidar ou fazer testes sexuais, mas a questão é olhar a oportunidade com outros olhos. Às vezes ela exige que a gente faça curvas. Está embaixo dos nossos olhos e a gente deixa ela passar porque ela não tem a cara do bebê de olhos azuis que sonhamos que ela teria. Uma hora ela cansa e vai embora.

Mas, mesmo chegando a esta conclusão fiquei pensando: Como saber se estamos diante de uma oportunidade única?

segunda-feira, 11 de maio de 2009

FALAR OU NÃO FALAR...?

Ir a um resturante tem todo aquele encanto. Seja para uma comemoração, um jantar romântico ou mesmo aquela noite que só se quer mesmo comer uma coisa diferente. Mas aí vem aquele garçom / garçonete com um humor de tirar a fome.

Quem nunca pegou um desses pela frente, levante as mãos aos céus, mas eles estão soltos por aí! E uma cruzou meu caminho sexta à noite em Cochabamba na Bolívia.

Um restaurante argentino. Falo espanhol, não o portunhol, mas a garçonete fazia questão de usar palavras bem peculiares. Quando eu perguntava certas coisas como: o que é X? Ela dava um risinho e respondia X é X.

Por fim, na hora de fazer os pedidos ela foi de uma arrogância tão grande que eu olhei bem nos olhos dela por uns 40 segundo e ela me encarou durante todo este tempo com cara de deboche. Pedi que ela saísse da minha frente e disse ao meu namorado: “vou dizer ao dono que não quero que ela me atenda.”

Meu namorado me segurou e disse: “ela deve estar num dia ruim, depois é mandada embora e a gente fica com peso na consciência, porque ela deve precisar do trabalho.

De trabalho todo mundo precisa! Mas, por fim, me acalmei e não deixei um centavo de gorjeta.

Caminhando de volta para o hotel, lembrei de uma amiga que me dizia: não temos que ter pena de quem presta um serviço ruim, porque ele está ocupando o lugar de uma pessoa que também precisa.

Enquanto rolava na cama, com ódio por não ter falado nada fiquei pensando se fiz certo em sugurar a raiva. Não consegui chegar a conclusão se nestes casos o melhor é: Falar ou não falar?

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Uma perfeita falsificação é o mesmo que uma original?

Num episódio de Sex and the city, Carry e suas amigas comprarm bolsas LV falsificadas. No fim, claro, em uma mansagem politicamente correta, elas decidem que não vale a pena.

Uma vez em NY comprei, influenciada por uma amiga, uma LV. Me deixei levar por aquelas lojinhas de Chinatown onde quando a polícia chega os lojistas abaixam as portas correndo e vira aquela correria.

Trouxe a bolsa e dei.

Mas as falsificadas são uma febre! Ande pelas ruas de Roma e veja como os camelôs te oferecem na surdina e as mulheres compram como loucas.
Gosto de bolsas de couro e autênticas, diferentes, com cores que complementem meu visual sempre monocormático.
Por isso, fiquei pensando se não uso falsificada por ideologia ou porque não gosto da bolsa, mesmo. Mas ainda sim fica a pergunta: uma perfeita falsificação é o mesmo que uma original?

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Em que sua vida será melhor ao saber o que Maria Rita falou na noite que teve insônia?

22.04 - O dia a dia da cantora
Você viu o que a Maria Rita falou na noite em que teve insônia? Não?!E a opinião dela sobre o filme Crash? Não?! Como assim? Você não acompanha o Twitter da cantora?

Este trecho foi tirado do site da cantora Maria Rita. Ia falar sobre um assunto e havia eleito ela como a garota do post, mas o trecho acima me levou a outro questionamento.
As pessoas reclamam tanto da falta de tempo, mas se inscrevem para saber minuto a minuto o que o outro está fazendo!? Não consigo entender a lógica do ser humano.

Tenho lá minhas dúvidas se Maria Rita é assinante do Twitter de alguém. Afinal, assim diz em seu site ao descobrir que, pasmem, eu não sou assinante!: Pois então, corre pra lá agora! É neste site, uma especie de micro blog onde os comentários podem ter no máximo 140 caracteres, que Maria Rita tem atualizado a sua louca rotina de cantora-mãe-cidadã-mulher brasileira.

Então, nós, desocupados, que temos tempo de sobra, uma rotina de à toa-sem filho-não cidadão-assexuados sem nacionalidade vamos correndo para lá!!!
Saber o que ela achou do filme Crash? Chega me dá arrepios pensar que alguém gastaria seu precioso tempo com isso. Afinal, a vida é tão curta, tão preciosa... Há tanto o que fazer e viver... É só um minutinho, mas pergunte a quem está doente o que um minutinho significa.

Por isso, só me resta perguntar uma coisa: Em que sua vida será melhor ao saber o que Maria Rita falou na noite que teve insônia?

sábado, 2 de maio de 2009

SER ALTA FAZ TODA A DIFERENÇA?

Existe uma fase boba que diz: "ser baixinha é bom que dá em qualquer lugar." Essa frase com duplo sentido é um pouco verdade. Ser baixinha tem aquele ar meio menina, um tanto fofinha...

Estou em viagem. No momento, exatamente, em frente ao Lago Titicaca na Bolívia escrevendo este post. Enquanto tomava café da manhã, uma americana alta, loira adentrou o recinto e roubou a cena. Nem era tão bonita, mas tinha no mínimo 1,80 e se portava com desenvoltura. Devia ter uns 50 anos e só dava ela! Não só pelos lindos olhos, mas porque ela preenchia o ambiente.

Ser alta tem suas inconveniências, certo. Mas não se pode negar que chama a atenção.

Ana Hickman é a prova de que altura é documento sim! Alta, linda e loira! Uma vez meu namorado a viu no aeroporto e ficou abobado: "ela é tudo aquilo mesmo!" Uma vez minha mãe viu a Angélica no aeroporto e disse: "Precisa ver, ela não chama atenção nenhuma..."

Assim, do alto dos meus 1,57 muito bem esticado, pergunto se é cisma minha ou: ser alta faz toda a diferença?