quarta-feira, 17 de março de 2010

Por que não ouvimos o coração...?

Elizabeth Gilbert acaba de lançar seu novo livro Committed. Ainda não traduzido para o português.

Mas seu livro mais conhecido é “Comer, rezar e amar” que arrebatou leitores por todo o mundo falando de sua experiência ao ouvir e atender o desejo do seu coração de sair de um casamento e passar 9 meses em uma viagem de redescberta.

O livro dá aquele gás de início, mas depois você volta para sua vida normal onde o coração pode até falar, você pode até ouvir, mas no fundo faz-se o que é preciso ser feito.

Uma poderosa empresária da área de cosméticos, contratou um profissional caríssimo especialista em colocar produtos em grandes redes de supermercados. Deu certo. Ele fez várias negociações e, quando estava na reunião final, chamou a empresária para ir junto e baterem o martelo.

Já na sala de espera ela levantou e disse: “não quero mais”. O homem ficou sem entender, mas ela mandou que ele a seguisse e foram embora. Ela teve o feeling de que aquele não seria o caminho ideal para seu produto. Essa mulher é ex chefe da minha mãe. Você, possivelmente já usou um produto de sua marca.

Feeling. Aquele sentimento que não tem explicação, mas que nos faz ver a situação com uma nuvem marrom, um peso no peito, uma fumaça meio estranha. Mas ainda sim vamos adiante, ignorando sua veracidade. Afinal, como provar matematicamente que aquele desejo / sentimento vai dar certo?

Nos últimos tempos tenho cometido alguns erros em tomadas de decisões mesmo ouvindo meu coração berrar que não devo ir por aquele caminho. Mas sempre acho que é coisa da minha cabeça. Das coisas pequenas às grandes.
Por isso, após comprar o nome livro da Elizabeth e lembrar dos caminhos errados que tomei mesmo sentindo que não daria certo, fiquei pensando... Por que não ouvimos o coração...?

15 comentários:

Georgia disse...

Oi Amiga, é porque temos medo de errar, medo de nao ser o que temos no feeling. Qdo foi pra vir prá cá bateu um medo enorme. Sozinha num país de lingua estranha, meu coracao queria e a cabeca nao. Resolvi ouvir o coracao e deixei a razao de lado. Foi a melhor coisa que me aconteceu...

Um beijo enorme

Lady disse...

Por puro medo realmente.
Medo de arriscar, do que os outros irão pensar.
Eu era assim antigamente, tinha medo, não ouvia a voz interior que me falava o tempo todo.
Após tantas coisas darem errada, aprendi a ouvir primeiro a voz interior, de lá pra cá tudo mudou para melhor.
Hoje eu arrisco e vivo feliz, pois "Quem não arrisca, não petisca".
Bj

Desabafando disse...

Porque quando ouvimos o coração devemos estar dispostos a abrir mão de algumas coisas pra segui-lo. Temos que abrir mão do comodismo, do conforto, da estabilidade pra arriscar no caminho desconhecido em que ele nos leva. E pra isso é preciso coragem.

Beta disse...

Nossa, uma grande verdade viu?
Se ouvissemos mais nosso coração, nossa intuição errariamos bem menos...

bj

disse...

Não sabia que ela tinha lançado outro livro! Comer, rezar e amar é muito bom, eu adorei!

bjos e boa semana

Mary disse...

às vezes que não ouvi meu coração são as que hoje arrenpendo de não ter feito. fiquei ouvindo os outros e não dei atenção a mim: quebrei a cara!

Luciana Klopper disse...

Não ouvimos pq é dificil entender o que ele diz!

Bia disse...

Insegurança? Comigo isso tb já aconteceu muitas vezes... Mas aprendi que esse feeling, essa voz do coração, é Deus falando comigo. Me mostrando o caminho que Ele escolheu pra mim. Recentemente tenho ouvido muito essa voz. Mas no ultimo domingo não ouvi e me arrependi bastante. Basta ter fé, segurança e vamos aprender a ouvir essa voz.

M e G disse...

Olá lindinha...

Andava a pesquisar na net sobre casamentos na praia e encontrei um blog onde tinha lá o teu link...então, aqui estou eu a bisbilhotar! rs, rs...

Pois, eu quero mesmo casar na praia...e, se tudo der certo, será no Verão de 2011...porém, ando já a pensar nas coisinhas todas..eh, eh...estou tão ansiosa....

Gostei muito do teu espacinho...Vou passar aqui muitas vezes para ver como vais, sim?

O meu bloguito está mesmo, mesmo no inicio, mas convido-te desde já a passares por lá sempre que quiseres, ok?


Beijinhos e até breve....

Mónica
(http://o-nosso-casamento-na-praia.blogspot.com)

♥ Erika Saab disse...

Menina, esse negócio de feeling é para ser levado a sério, assim como a intuição, o sexto sentido e etc...eu pratico todos e respeito muito quando percebo pequenas reações fisiológicas me alertando para me afastar de algo ou alguém! Beijos

Carolina disse...

Ouvir a voz que nos alerta bem lá no fundo de algo que vai vingar ou não requer prática, prática esta que só se adquiri com experiência. Dentro do pacote de experiências vividas está um número grande erros, pois só acertamos deposi de alguns tropeços... A vida ás vezes sapateia conosco até começarmos a ficar mais alerta para a tal voz.
Hoje sei que se algo não está em sintonia comigo é porque é hora de parar, retomar, reavaliar.não importa muito em que momento eu estiver do processo. É complicado e nem sempre acerto, mas vale a sensação de que tenho o poder de recuar ou avançar.

Sobre o livro Comer..., te confesso que relutei para ler, achava que era tipo auto ajuda, coisa que não curto, mas depois que peguei não parei mais. Muito bom!

bjos queridos pra ti!

Cláudia Acourt disse...

Bem, vc conhece um pouquinho da minha historia e sabe da minha escolha. Qdo vi o trailer do filme deste livro eu pensei: "quem copiou a minha historia?".
O fato è que ultimamente, no meio desta viagem, tem acontecido determinadas coisas que poderiam me fazer pensar "pq entrei nessa?". Porem, eu seria uma pessoa frustada se nao tivesse seguido o coraçao. E, agora, no melhor de tudo, somente por causa desta loucura eu tive a oportunidade para encontrar uma das pessoas mais incriveis da minha vida. Somente isso, ja valeu tudo.

Baci

Laly Ribeiro disse...

Hmm acabei de comprar o livro e estou louca para ler!!!
Essa é a melhor das perguntas, e o engraçado é que só o escutamos nos momentos errados!!! rs

Cíntia Mara disse...

Ainda não li o "Comer, rezar e amar", apesar do sucesso que ele fez, não me chamou muito a atenção. Mas fiquei com vontade de ler Committed, por já conhecer mais ou menos a história da autora e do primeiro livro.


Ouvir o coração pode ser bom, algumas vezes, mas também pode ser muito perigoso. Eu costumo tomar algumas decisões por impulso, por intuição e nem todas são acertadas.

Beijos

Iolanda disse...

Li Comer, Rezar, Amar e não gostei. Mas confesso que passei a respeitar a Gilbert imensamente depois que li Committed. Achei muito sincera a análise dela acerca do casamento, bem como achei-a bem menos arrogante (fiquei com essa impressão em Comer...)

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