quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

ANO NOVO, VIDA NOVA?

Sempre pensei assim, mas o problemas, as angústias, os arrependimentos, todos eles sempre aparecem correndo atrás de mim. Como eu, conseguem romper o ano.

Por isso, este ano resolvi fazer diferente. Vou fazer minha lista de desejos só no dia 01. Quero que elas sejam pensadas já no ano novo, senão já nascem velhos.
Mas isso não importa tanto, porque o meu maior desejo é bem mais profundo e difícil. Quero mudar alguns pontos na minha personalidade e assim todo o resto virá por consequência.
Mas como é difícil! Convivi a vida inteira agindo de uma maneira e agora quero exterminar este companheiro? Sim!
Ano novo, vida nova? Desta vez, vou quebrar o protocolo e responder, por mim. Minha resposta é Não. O ano é novo, mas se continuamos sendo os mesmos, a vida não se renova.
Por isso, quero romper a linha de chegada de 2010 com muito gás para ter coragem de transformar a mim mesma. Por mais difícil que seja. Há algum tempo atrás comecei a me olhar de fora e ver como eu tinha pontos a mudar! Reparava na reação das pessoas diante de certas atitudes minhas. Uau! Eu sou assim? Tenho que mudar. E estou tentando!

Feliz Ano novo a todos vocês que passam por aqui e mudam, nem que seja um pouco, a maneira de cada um pensar e refletir sobre assuntos tão delicados.

Beijos

Flavia Mariano

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Mais do que desejo de Ano Novo, devemos avaliar nossas escolhas?

O Ano Novo está vindo aí sem pedir licença. Gostando ou não ele está batendo na porta. É a hora de anotar metas e desejos para 2010.

Hoje foi divulgada a entrevista exclusida da NBC com David Goldman e seu filho, Sean. Fiquei pensando em todas as mulheres que embarcam para o exterior por amor ou não, e optam por ter filho com o marido estrangeiro. Filho de cidadania Européia ou Americana, que ótimo! Quem não quer? Mas depois vem o peso. Todos sabem que quando separa é "meus bens" para cá e "meus bens" para lá. E com os filhos não é diferente. Só que eles não são "bens".

As razões para que a mãe do menino ou de qualquer outro fuja do país, não interessa, toda a confusão começou com uma... escolha.

Conheci uma mulher que casou com um homem do Oriente Médio, teve três filhos. Há seis anos resolveu se separar. Deixou todos para trás. Ela dizia: quando casei sabia onde esta indo, conhecia as leis. Fiz uma escolha, assim como fiz agora, ao oportar por viver minha vida. Fiz uma escolha naquela época e fiz outra agora.

Assim, fiquei pensando nesta mulher e nas tantas mães que optam por casarem e criarem seus filhos com homens estrangeiros e depois se fazem de vítimas. Mas a lei não é clara? Você está optando por responder às leis daquele país, inclusive em relação aos filhos.

Diferente das mães fujonas, na vida, nem sempre podemos fugir do resultado de nossas escolhas. Escolhas feitas geram um caminho e é nele que teremos que seguir.

David é um partidão de fazer perder a cabeça, mas assim são as tentações, o caminho mais fácil. É aí que vem a consciência de saber escolher por onde seguir, que rumo tomar. Escolhas para a vida, não são como escolher o sabor do sorvete. Se não gostar joga fora, sem consequência. Na vida, escolheu, pagou.
Em Vancouver, conheci uma brasileira que foi estudar nos EUA. Lá conheceu um turco. Casou com ele. A família dela é de índianos. Foi contra. Brigou com todos e foram morar no Canadá. Ela rompeu totalmente com a família. Quando conheci eles estavam em crise. Há dez anos juntos, há seis em falar com os pais, ela lamentava por feito a escolha errada. E aí? Corre? Dá não.
Por isso, fiquei pensando, mesmo usando um caso extremos com das mães que optam por fugir da responsabilidade de sua escolha... Mais do que desejo de Ano Novo, devemos avaliar nossas escolhas?

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

FELIZ NATAL!!!

Semana passada uma tia ligou para mim e disse:

- Mande umas fotos suas que estou fazendo um filminho para apresentar na noite de Natal.

- Ah legal! Como fazemos todos os anos!

- Não - ela disse. - Estou fazendo um filme apenas com as vitórias e realizações de 2009.

Busquei correndo na minha memória minhas realizações. Nada. Bateu angústia. Depois desespero. Percebi que não teria fotos para enviar. O ano foi parado e...

- E tem mais - cortou meus pensamentos. - Já mandei a Marli (outra tia) alugar um telão. Quero que esteja bem grande para todos nós vermos o quanto realizamos em 2009.

Desliguei o telefone pensando em em como faria para estar naquele telão se tive um ano considerado paradíssimo.

Desde semana passada este desafio me persegue.

Até que ontem, resolvi pensar no ano. Um monte de coisas que me prometi não foram feitas. Mas fui enumerando as que foram realizadas. As inesperadas e não é que elas foram aparecendo?

Não vou aparecer no telão com todas fotos que realmente gostaria... Mas não preciso ficar de fora! Me esforcei bastante e se não consegui o universo tem lá seus motivos. Mas que eu vou continuar tentando, isso eu vou!

Por isso, de Natal, espero que todos vocês consigam colocar em seu telão mental todas as coisas bacanas que deram-se presente em 2009. E as coisas nas quais vacilaram... Deixem para cobrar depois do dia 25!

Uma das minhas vitórias, que estará lá no telão é a imagem do blog. Vou lembrar de todas vocês à meia-noite, porque o aumento de visitas quintuplicou.

Vocês fazem parte do meu Natal, porque fazem parte das minhas conquistas.

Beijos!!!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Aprendemos mais pela dor do que pelo amor?

Warren Buffet apareceu na TV. Um mega investidor que fez futurna na bolsa de valores. Sua fortuna gira em torno de uns 62 Bilhões de dólares.

Um funcionário da empresa do meu pai foi espancado dentro do ônibus por estar com uma camisa do fluminense. Só depois disso parou de usar a camisa na rua. O amor da mãe em recomendar que não o fizesse, não adiantou.

Um pai avisa o filho para não beber enquanto dirige. A TV mostra o comercial de um rapaz que bebeu ao dirigir e perdeu o movimento das pernas. Hoje faria diferente.

Li a entrevista de um terapeuta que dizia que se um pai ama o filho é preciso dar-lhe autonomia porque só errando ele irá aprender. Só perdendo valorizará o sabor da vitória.
Alguns homens acham a vida a dois ruim. Arrumam amante, perdem a esposa, e é quando entendem que a família era o bem mais precioso que tinha.
Quando comecei a investir na bolsa, fui alertada de todas as maneiras de que deveria ser cautelosa. Mas pisei fundo. Perdi, sofri uns arranhões e estou aprendendo a lição.
Amor, não significa apenas amor de coração, mas alertar. Aquela pessoa que diz: já estive neste buraco, não vá lá. Mas a pessoa vai. Preciso entrar lá e conferir.
Talvez por isso seja necessário dar tapinha na mão da criança. Palavras talvez façam um caminho muito malandro de entrar por um ouvido e sair pelo outro. A dor não. Fica.
Por isso, andei me perguntando... Aprendemos mais pela dor e do que pelo amor?

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Acreditamos mesmo que pode acontecer com a gente?

Na novela "Viver a vida", Luciana, interpretada por Aline Moraes, perde os movimentos das pernas e dos braços em um acidente.
A personagem mostra a fragilidade do ser humano, seja ricou ou pobre. Daquelas que dinheiro, nem Mastercard podem comprar.
Num cruzeiro com minha avó e tia noveleiras, vi uma semana inteira de novela. O suficiente para ouvir várias vezes o que diziam a uma Luciana inconformada: podia ter acontecido a qualquer um.
No dia seguinte, enquanto corria na pista do navio, observava o mar e pensava: quem é esse qualquer um?
Há oito anos atrás sofri um acidente de carro e tive uma fratura de T12, além de vários outros ferimentos. Uma laranja cresceu no meio da minha coluna e por muito pouco não fiquei sem o movimento das pernas. Passei seis meses utilizando um colete que me obrigava a tomar banho sentada e com a ajuda de alguém.
Talvez, por isso, esse "qualquer um" tenha chamado tanto minha atenção. Esse "qualquer um" dia fui eu. Mas olhava para aqula personagem como se eu fosse blindada. O "qualquer um" é toda a população, menos eu, porque seria injusto!
Num determinado momento minha avó disse: "coitado de quem passa por isso!" O que apenas colaborou com o pensamento de comigo não!
Fui juntando tudo e pensando... Quando dizemos que pode acontecer a qualquer um... Acreditamos mesmo que pode acontecer com a gente?

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Esse corpão não é objeto de desejo?

Não entendo o que homem gosta. Saber o que passa por sua cabeça é como ter o mapa da mina.
Estava no Rio, no salão, pela manhã, e a Adriana Bombom apareceu na TV. Então, uma cliente disse que ela é o exemplo de pessoa vazia que faz qualquer coisa para continuar na mídia. "Só queria saber o que tem a oferecer" complementou.

Na hora pensei, mas não falei: o corpão! A TV está cheia de menina vazia, mas de rostinho bonito e bunda grande! Por que ela não? Garanto que os homens amam!

À tarde, em uma roda de amigos, alguém comentou sobre " A fazenda 2".

- Viu que coisa horrível a saída daquela Adriana Bombom?
- Não - respondi. - Nem sabia que tinha saído.
- Pois é, saiu chorando perguntando o que tinha feito de errado.

Então um amigo comentou:
- Saiu chorando? Mas homem não chora!
Todos cairam na gargalhada. Eu não. Fiquei lá pensando no que pensar.

Talentosa ou não ela rema contra a maré das magrelas e se esforça para manter-se gostosona. Tem exagero? Para mim, sim. Mas ainda prefiro assim do que as POC - pele, osso e cabelo.
Então, resolvi fazer uma enquete entre amigos e amigas e percebi que talvez eu esteja errada em relação ao gosto do ser humano. Talvez por aqui eu tenha mais sucesso... Esse corpão não é objeto de desejo?

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Como ando utilizando o poder das minhas mãos?

"A mão que faz a bomba, faz o samba e Deus faz gente bamba. A bomba que explode neste carnaval, é a Mocidade levantando o seu astral."
A mão é um membro importante do corpo, mas sem vida própria. Extremamente dependente do mandão do cerébro.
Só lembra-se de sua importância e poder quando vai faz-se as unhas ou quando perde.
Uma frase popular diz: "Ah se soubesse o que tem nas mãos..."
Mas nas mãos não há nada, apenas dedos e unhas. Ainda sim, sem ela pouco fazemos.
A mesma mão que acaricia é a que bate. A mesma mão que aponta o erro do outro é a que nos ajuda a errar.
A mão que pega uma comida gordurosa é a mesma que pegaria uma fruta.
A mesma mão que passa o fim de semana trocando canais na TV é a que opta por jogar tênis. A mesma que opta por levantar copos de cerveja é aque poderia levantar pesos na academia.
A mesma mão que passa o cartão de crédito é a que poderia levar o dinheiro até o porquinho e depois tirar o grande montante de lá.
A mesma mão que assina uma certidão de casamento é a que assina o divórcio se não soubermos conduzir um casamento.
O cérebro sem as mãos, pouco faz. Ele arquiteta, ela executa. E mal lembramos delas...
O Samba "Criador e criatura" fez a Mocidade ganhar o título em 96. Talvez, tantos anos depois, ainda sirva para mostrar que a mão suja é a que limpa, a que toca um instrumento é a que engatilha uma arma. A que copia a matéria do quadro é a mesma que leva o crack até a boca.
Por isso, vendo a atual rainha de bateria da Mocidade fiquei pensando... Como ando utilizando o poder das minhas mãos?

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

É possível aplicar o desejo de Penélope na vida real?

Penélope Cruz estampa a edição da Marie Clair deste mês com uma frase: "quero trabalhar menos para viver mais."

No livro "Equilíbrio" essa é a idéia. Porque é impossível alguém realmente viver passando a maior tempo da vida no trabalho e na cama.
Ok, as contas chegam. Mas a TV a cabo só vem porque você assinou, a parcela do carro também.

Tenho uma amiga que acorda todos os dias 6 da manhã, entra no carro, dirige por uma hora, em média. Entra as sete da manhã no trabalho e sai as 5 da tarde. Chega em casa umas sete da noite porque na volta o trânsito é maior.
Depois ela vai para a academia e agora nem isso porque estuda para concurso. Quando vive? De verdade. Viver mesmo.
A Cláudia, que mora na Itália, deixou por aqui um comentário falando de como mudou sua vida depois de conhecer uma filosofia de vida. Viver com menos, sem frustração. Pediu demissão e foi viver o sonho de morar na Itália. Com menos dinheiro, mas muito mais feliz.
Hoje estava falando com a minha avó:
- Ah... mais isso já tem 20 anos.
Nós duas nos olhamos. Como pode ter 20 anos? Como passou assim? Passou enquanto estávamos deixando de viver, enfiadas em preocupações, em trabalho, nos ocupando por obrigações que por vezes podem ser evitadas.
Por isso, para o fim de semana... andei pensando... Como querer não é poder... É possível aplicar o desejo de Penélope na vida real?

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Como se preparar para brilhar aos 40?

Se os 30 amedrontam, os 40 apavoram! Será.

Há uns cinco anos atrás, conheci uma mulher em uma festa. Falávamos sobre as viradas de décadas e como são marcantes para as mulheres.
Por fim ela disse estava feliz com seus 42 anos como nunca esteve na vida. Segundo ela, no aniversário de 30 anos chorou a noite inteira, desesperada. Mas no de 40 celebrou como nunca. Por que?

Temeroso como os 30 não há. Mas os 40 também não devem ter seu lado agradável, ao menos para quem vê de fora.

A cada final de ano que se aproxima tem-se a sensação de que o ano voa e que neste vôo a vida passa, para todos.
Mas como explicar Carla Bruni tão esplendorosa? E o que dizer de Michele Obama? Elas brilham e alguma coisa de bonito deve ter ali. Parece algo que vem de dentro. Será um conjunto da maturidade + conhecimento + cuidados com a beleza?
Uma leitora deixou um comentário dizendo que estava desesperada por ter entrado na casa dos 30, mas ficou aliviada com o conceito do blog de Depois dos 25, mas antes dos 40.
Desde que li este comentário dela fiquei pensando... Tá, mas e depois dos 40? O que há tanto a temer? É bom ir sabendo para ir se preparando... Porque mais cedo ou mais tarde, todos chegam lá.
Por isso, fiquei aqui refletindo. Focar nos problemas que a idade traz não leva a nada. Melhor saber... Como se preparar para brilhar aos 40?

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Quantas vezes casar com a mesma pessoa para deixar a paixão viva?

Regina Casé casou um dia desses. Com o mesmo marido, depois de 10 anos de casados. Casar depois de casado está virando moda. Renovar votos.

Já ouvi muitas amigas dizerem que depois da festa de casamento dá uma sensação de vazio, de tristeza, de dizer: tá e agora? Só posso contar a expectativa da vinda dos filhos? Por que?

A emoção de ser pedida em casamento, aquela ansiedade de saber que um dia você vai subir ao altar, que foi escolhida por aquela pessoa tão amada, é insubstituível para o casal. Filhos complementam, mas não são liga para paixão.
Saber que, quando completar dez anos, você será pedida em casamento novamente pode ser algo bastante excitante e vital para o casal. Afinal, o melhor da festa é esperar por ela. E o que esperar depois que casa?
Tenho uma amiga que está nos preparativos para o casamento. Aquela correria gostosa, a escolha do vestido, dos docinhos, a lista de presente, a expectativa da casa nova, a escolha das damas, das músicas, o que fazer para emocionar e aquela atenção que só uma noiva pode receber.
Durante o casamento a mulher abre mão de si mesma em nome de marido, casa e filhos. É natural, feminino, simples. No casamento ela brilha, no dia a dia do casamento ela é esposa. Depois quem passa a brilhar são os filhos com formatura da escola, faculdade e seus casamentos.
E aquela paixão de ser escolhida... Onde mesmo?
Por isso, andei pensando... Quantas vezes casar com a mesma pessoa para deixar a paixão viva?

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Tudo bem, "devia" um monte de coisas, mas não deve mais? Por que não agir para não dever mais nada a você mesma?

Estava dirigindo e a música “Epitáfio” cantada pelos Titãs começou a tocar.

Devia ter arriscado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer...

Devia ter complicado menos

Trabalhado menos ...

Devia ter me importado menos
Com problemas pequenos...
Ter visto o sol se pôr...

Cantei a plenos pulmões até uma pergunta picocar na minha frente:

- E por que não faz?
- Hein?
- Por que tanto “devia” como se não houvesse mais chance?

Cantamos esta música e lamentamos coisas que não fizemos há alguns anos atrás quase como se fossemos vítimas de uma falta de informação. Adoramos dizer “Ah... se eu soubesse...” Tá, agora você sabe! E aí?

A múscia é linda, mas o “devia” nos traz um ar saudosista quando deveria nos ligar um click!
Porque, diferente do que a música diz, o acaso não vai te proteger enquanto você andar distraído.

Enquanto você andar distraído pensando nos afazeres domésticos, atropelando-se com preocupações, acumulando funções, a vida vai passar. E aí só restará usar os "devias" antes de cada frase.

Por isso... quando cheguei em casa, parei para pensar um pouco... Tudo bem, "devia" um monte de coisas, mas não deve mais? Por que não agir para não dever mais nada a você mesma?

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O difícil é educar a si mesmo?

Quando nos portamos como uma pessoal mal educada prejudicamos o outro, mas na maioria das vezes o mais prejudicado somos nós, porque conviver com um ser sem disciplina e educação é o fim. Se ele mora dentro de nós, pior ainda.
Passando por uma banca de revista vi uma declaração da Fernanda Lima que dizia: desde que pari meus filhos não paro de chupar minha barriga.
Na adolescência tinha uma amiga que fazia o mesmo. A barriga era lisa. Tentei me educar. Dias depois desisti. Era muito trabalhoso.

Na sexta-feira estava com um amigo num barzinho. Disse a ele que quando dirijo não bebo mais. Nem uma mísera gota. Nunca fui muito de beber, mas resolvi que se acho que outro pode e DEVE ficar sem beber porque não quero que ele saia por ai matando quem obedece a lei, por que eu não vou mudar?

Aí ele veio com aquela desculpas de que tem que saber o limite e bla bla bla. Disse a ele que o problema da bebida é que quando o limite chega, você já está bêbado.

Mas foi fácil educar-me? Não. Porque também não entro mais em carro de quem bebeu. Táxi é a palavra de ordem.

Quando criança, somos educados. Não tem história para não ir a natação. Tem que ir! Não há desculpa para não fazer a lição de casa. Tem que fazer!

Vamos crescendo e ganhando a tal da “independência” e aí ferramos a nós mesmos. Saber que não seremos cobrados por alguém é como ter carta branca para ser e fazer o que quiser. Inclusive contra nós! Não estudar o tempo necessário para uma prova, mesmo sabendo que ela é importante. Não fechar a boca, mesmo sabendo que a calça não vai entrar.

Até chupar a barriga é a arte de educar-se. Educação até pode vir de casa, mas ela vai se perdendo pelo caminho.

Por isso, ande pensando... O difícil é educar a si mesmo?
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